Como diferenciar um Analista low performer, comum e passível de demissão – de outro que é high performer e passível de promoção?
Vi um esquema muito interessante que trago aqui, de 7 níveis, do menor ao maior:
1. Me diga o que fazer…
Perfil bem júnior. Precisa de direção clara e ainda depende bastante de alguém dizendo o próximo passo.
2. Estou vendo que…
Já começa a observar problemas ou padrões, mas ainda não traz solução junto.
3. Eu acho que…
Passa a opinar. Começa a interpretar o cenário e formar hipóteses próprias.
4. Recomendo que…
Já analisa e sugere caminhos. Divide a responsabilidade da decisão.
5. Estou prestes a…
Tem autonomia, mas ainda valida antes de agir em algo mais relevante.
6. Acabei de fazer…
Age com segurança e depois comunica. Já entende contexto e impacto.
7. Tenho feito…
Perfil sênior. Entrega resultado de forma consistente e pensa no todo, não só na tarefa.
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Na minha opinião – o 1 e 2 são passíveis de substituição;
3, 4, 5 podem ser motivados a botar a mão na massa, começar, testar, fazer;
6 e 7 são destaques que precisamos manter, motivar a fazer mais… eles são os “canhões” que mudam o jogo. 🏔

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