Li neste artigo de Adam Gopnik:

“O verdadeiro pecado que a ausência de senso histórico incentiva é o presentismo, no sentido de:
“exagerar nossos problemas atuais fora de qualquer proporção em relação àqueles que existiram anteriormente”
Isso consiste em acreditar que as coisas estão muito piores do que jamais estiveram — e, portanto, piores do que realmente são — ou que são exclusivamente ameaçadoras, em vez de apenas dificilmente familiares.
Cada episódio se torna uma epidemia, cada imagem é transformada em uma lesão permanente, e cada crise vira uma crise histórica que exige uma resposta urgente e agressiva — mesmo quando toda a experiência mostra que o manejo agressivo dessas situações, no passado, muitas vezes apenas piorou as coisas.” 🏔

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