Reflexão de Keith Rabois, VC do Vale do Silício em um papo no YCombinator em 2014:
“A maioria das empresas – quando entram em modo de contratação – simplesmente sai contratando muita gente. E você espera que, ao adicionar pessoas, sua produtividade e a velocidade de entrega aumentem. Mas acontece que não funciona assim. Normalmente, quando você contrata mais engenheiros, você não faz muito mais coisas. Às vezes, você faz até menos.”
Keith argumenta que a razão para isso é que a maioria das pessoas em uma empresa — até mesmo pessoas excelentes — são “munição”. Mas, para aumentar a velocidade, você precisa de “canhões”.
Ele define “canhões” como pessoas extremamente talentosas, capazes de levar ideias desde a concepção até o produto totalmente entregue. A maioria das empresas começa com um canhão (o fundador). E quando adicionam outro, conseguem fazer o dobro de coisas por semana, por trimestre, etc.
Mas verdadeiros “canhões” são incrivelmente difíceis de encontrar:
“Quando você os tem, dê muita participação societária, promova, leve para jantar toda semana, porque são praticamente insubstituíveis. Eles também são muito específicos à cultura. Um ‘canhão’ em uma empresa pode não ser um ‘canhão’ em outra.” 🏔

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