Que teus “sim” não se repitam

Venho de uma escola de dizer “não” as coisas.

Acho que muito influenciado por Tim Ferriss que acendeu nesse esquema quase uma lâmpada em minha mente, especialmente para coisas grandes como projetos e afins.

Eu, Lui, ainda dou muitos “sim”. Sou quem eu sou e não seria assim caso desse “não” pra tudo de tudo. No fundo, gosto de maioria dos “sim” que dou – normalmente envolvendo algo familiar, espiritualidade e por aí vai.

Mas sempre temos alguns “sim” que nos arrependemos. Na hora fez sentido, decidimos na empolgação, bora lá daqui a X meses fazer tal e tal coisa. Aí o tempo passa, a data se aproxima, você se arrepende amargamente por ter aceitado. Maioria das vezes inclusive não era um caso de vida ou morte, se você desse “não”, não travaria nada e ninguém teria hard feelings (e se tivesse, que seja).

Acho que a grande manha é: que os “sim” sem sentido não se repitam, naquela vibe onde errar duas vezes o mesmo erro já é sinal de burrice. Mas vamos lá, o mundo não é lean, e tudo bem. 🏔

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