Por algum motivo, recordei do saudoso Carlinhos Pessi nos últimos tempos.
Relendo um inspirado texto, de João Rafael Evangelista no Blog do Lira, me chamou atenção essa parte:
“Carlinhos era um “metido”. Participava de tudo, Lira, Avaí, Riachuelo, Doze, Federação de Futebol, Tribunal Desportivo, Turma da Chácara.”
Refletindo aqui: sou fã de dizer NÃO para as coisas. Dou muito não hoje em dia, especialmente para ‘ajudinhas’ que envolvem 1h de call com estranhos no Linkedin porque precisam entender mais sobre determinado assunto.
Mas também dou SIM para outras tantas. Especialmente as que me fazem viver, que dão vontade de viver, de curtir, de participar. Por isso essa definição me pegou: sou e vou morrer um “metido”. Não ficar reservado a apenas uma definição mas sim participar do que me faz bem.
Dizem que o seriado Breaking Bad tinha disso: no fundo, no fundo, o personagem principal curtia produzir drogas porque curtia muito ser químico na prática. Isso o movia, pena que para fins duvidosos.
Acho que a frase é de Benjamin Disraeli: “A vida é curta demais para ser pequena”! Valeu, Carlinhos. 🏔

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