As 3 perguntas que uma pessoa líder precisa responder para se tornar completa

São 3 as principais perguntas que um líder precisa responder para se tornar completo.

Essa é a opinião do grande mestre John Maxwell sobre liderança, neste episódio (clique aqui para ouvir no Spotify).

As perguntas são formatadas como se o liderado perguntasse para o líder.

Elas são:

1- Líder, você pode me ajudar?

Um líder precisa ser capaz de ajudar seus liderados, a iluminar os caminhos deles, a se antecipar a situações para conseguir direcioná-los da melhor maneira possível. Isso é a premissa básica.

2-Líder, você se importa comigo?

Mas não adianta só ajudar. Um líder precisa se importar com seus liderados (e confie em mim, os liderados “sentem” isso). Se importar é realizar boas reuniões de 1-1; conhecer o liderado; ir além da relação de cobrança de meta para uma pessoa relevante para a vida dos liderados em si.

3-Líder, posso confiar em você?

E por último, a confiança gerada em uma relação mútua ética, de respeito e de confiança – “Eu tenho fé em você, eu acredito em você!”.

Achei que foram 3 ótimas perguntas e com certeza vou refletir sobre isso ao longo da carreira – seja como líder ou liderado.

Até a próxima!

Uma grande lição de liderança

Muito já escrevi sobre Liderança, especialmente nos desafios que enfrentei dentro da carreira.

Hoje, em outro papel, como liderado as coisas são bem diferentes. As responsabilidades da rotina se voltam a carteira de clientes e a meta e a job é muito mais voltada para si mesmo, mas tudo tem um grande aprendizado envolvido.

Passei mais de 1 ano sendo liderado diretamente pelo time de Chicago da ActiveCampaign até minha amiga e ex-colega de job, Marina Martins, ser promovida a Líder do time de Sucesso do Brasil.

Passados os últimos tempos e todos os desafios que vivi e vivo por conta de problemas de saúde (detalhados aqui), dedico esse post a forma com que minha líder lidou com todas essas situações, através de ações que percebi:

  • Oferecer ajuda e tempo do time

Se eu precisasse, e precisei, poderíamos distribuir algumas reuniões com clientes entre o time para que ninguém ficasse na mão. Ter um time colaborativo é perfeito para esses momentos pois podemos contar uns com os outros sempre e quando nos sentimos seguros.

  • Dar a liberdade para ajustarmos horários

Consegui a liberdade para um ajuste de horários por conta de sessões de tratamento de um dos problemas enfrentados (hérnia de disco).

  • Prezar pelo momento do descanso-folga

Nos dias de descanso, fins de semana, folgas dadas pela empresa por mais que eu tivesse algumas pendências que poderia botar em dia a ordem foi: descanse! Esse incentivo pro descanso no momento de descanso parece óbvio mas não é – foi uma lição e tanto também para o dia que eu voltar a liderar algum time.

  • Especialmente, me fazer sentir seguro

Acho que o resumo de tudo é eu me sentir seguro. Estar na emergência de um hospital, mas seguro que minha líder existe, está lá e se precisar tudo vai ser resolvido. Não tem preço!

  • E isso tudo gera…

Por incrível que pareça, a vontade de fazer reuniões, de auxiliar clientes, de fazer o que precisava ser feito foi maior ainda. Parece que as coisas ganharam um novo propósito, como diria Victor Frankl: “Entre estímulo e resposta há um espaço. Nesse espaço está nosso poder de escolher nossa resposta. E é nela que reside o crescimento e nossa liberdade”.

Ações como essas, liderando pessoas que passam por alguma situação, são mais difíceis e complicadas do que motivar um time, por exemplo. São ações que necessitam de um profundo desapego, confiança e a certeza de que a saúde vem em primeiro lugar.

Para coroar isso, ganhei um reconhecimento (logo eu que passei boas horas do mês fora do trabalho!) por ter conseguido bater a meta mesmo com isso tudo:

Então, fica a grande lição de Liderança e o agradecimento a esta nova líder, mas que tanto faz a diferença em minha vida nos bons e nos maus momentos. Essa meta é dedicada a ela!

Valeu, Marina!

Você é inspiração pra alguém

Fiquei pensando como começar este artigo a partir de um tema inédito neste Blog: futebol.

Há quase 30 anos atrás comecei a ler e escrever por causa de futebol, tive grandes alegrias na vida por causa do futebol e confesso que perdi bastante tempo e energia também por causa de futebol. Conseguiria escrever minha auto-biografia relacionando cada ano que passou com o acontecimento futebolístico respectivo (triste ou feliz), assim como fez Luis Fernando Veríssimo.

Já que abordo profundamente os temas de Vida e Carreira por aqui, trago uma reflexão a partir de um vídeo que foi enviado em um grupo de futebol do Whatsapp esses dias.

Douglas, um ex-jogador que jogou pelo Avaí aqui de Florianópolis numa “resenha” tomando um vinho e contando como foi malandro ao não entrar num jogo que já estavam tomando de 4 (e viriam a tomar 6). Tudo bem conversar, contar causos, todo mundo é livre. Mas o que senti foi repugnante pois sei que existem milhares de torcedores que levam tudo isso muito a sério e que pagam mensalidade. O Avai foi rebaixado naquele ano. Pagou um salário absurdo para o mesmo Douglas, poucos anos depois, contar um pouco mais sobre o quanto não se importava com praticamente nada.

O fato é que esse vídeo me deixou pensativo.

Figueroa: alguém que se importou

Cresci com meu avô contando causos futebolísticos. Bom gaúcho que é, contava como era a época do chamado “Rolo Compressor”, um dos maiores esquadrões já montados no Inter nos anos 40-50 no antigo Estádio dos Eucaliptos. Contava histórias de Tesourinha, Rui, Carlitos, personagens que rondavam minha imaginação desde quando me conheço por gente.

Mas de todas as histórias, a mais marcante é a de 1975, quando o zagueiro chileno Elias Figueroa num faixo de luz, de cabeça, botou a bola pra dentro “cumprimentou Raul” (Plasmann, então goleiro do Cruzeiro) e deu o primeiro título nacional ao colorado.

Era um tempo de um futebol clássico, gracioso, bonito de se ver. Com personagens como esses que deram o sangue e o suor pra fazer com que um time tenha conseguido emergir perante ao eixo Rio-São Paulo de títulos e conquistas, e que iniciou a jornada nacional que depois viria a ser internacional, para fazer jus ao nome do time.

Claro que é utópico achar que “antes todos eram bons; hoje todos são pessoas ruins”. Esse saudosismo não nos leva a nada. Mas que existia mais jogador que se importava com o clube, isso eu acho que posso falar.

O menino tricolor Raphael

A atitude do Douglas e de diversos jogadores como ele vão além de algo que envolve o ROI (Retorno sobre o Investimento) que um clube fez a ele. Vão além de dinheiro. Envolve uma coisa a mais chamada: infância.

Ontem me emocionei ao ver que um menino humilde do Rio de Janeiro, Raphael Magalhães, de 5 anos – que havia pintado a própria camisa do Fluminense na dificuldade de comprar uma, recebeu a camisa do time, deu uma voltinha nas Laranjeiras e ganhou uma carteirinha de sócio mirim. São coisas como essa que me fazem perceber novamente sobre o dom que o futebol tem de despertar sonhos, trazer esperança e fazer a diferença pra crianças que vêem seus ídolos na TV, no rádio ou em campo e os admiram.

O menino Raphael e outros meninos que nascem a cada dia neste Brasil de tanto sofrimento e de tanta pobreza não merecem mais um malandro, um Douglas, merecem um Figueroa. Alguém diferente, que possam se inspirar.

E o que isso tem a ver com minha carreira?

No nosso trabalho, na nossa vida e nossa carreira, ao longo dos anos, sempre existem pessoas nos admirando.

Sempre existem alguns meninos “Raphael” olhando para a gente com respeito, curiosidade, admiração e carinho – seja porque você é uma pessoa veterana, líder ou superior a essa pessoa numa hierarquia organizacional, ou porque você influencia essa pessoa por algum motivo (por exemplo: você é referência em um certo assunto, ou você é parente mais velha dessa pessoa).

Eu admiro muitos “ídolos” secretos no setor de tecnologia, os acompanho e os respeito silenciosamente. E certamente após esses anos também talvez eu seja visto dessa maneira especialmente por alunos e alunas que tenho a honra de colecionar com carinho, acho eu. Quando for pai espero que esse “admirar” dos filhos seja correspondido à altura de minhas ações.

Isso mostra que enquanto envelhecemos, carregamos com a gente uma enorme responsabilidade! A responsabilidade de sermos mais e melhores profissionais para as pessoas novatas que cruzam nosso caminho.

Que sejamos pessoas boas, éticas, verdadeiras. Que consigamos fazer o nosso melhor, fazer o bem e sempre entender que cada atitude nossa tem um impacto enorme em muitas pessoas que estão ainda “pintando sua camisa à mão” mas loucos para vestir uma “camisa oficial” de acordo com o sonho que sonharam.

E pelas nossas limitações também carregamos a possibilidade de sermos um pouco como o jogador Douglas. Nos desinteressamos ou desmotivamos num certo momento, e deixamos o desânimo nos levar, fazendo nosso trabalho por fazer ou levando nossa carreira à Deus dará. Fazendo chacota sobre momentos profissionais, chacotas sobre clientes e parceiros, chacotas com colegas e professores ou pouco se importando com as pessoas que virão depois da gente, e enfim, decepcionando e mal direcionando os mais novos. Que vigiemos constantemente nossas atitudes.

Faço 3 perguntas finais:

  • Você percebe quem são as pessoas que te admiram ao seu entorno?
  • Quem você está sendo para elas?
  • Como ser mais e melhor para conseguir influenciá-las positivamente?

Abraços!

Aprenda a jogar o “Jogo do Linkedin”

Esse post foi baseado em um ótimo Blog que acompanho, “Not Boring”, de Packy Mccormick.

O autor escreveu sobre os “Jogos” que jogamos nas redes sociais, mais especificamente Twitter, Instagram e Facebook. Recomendo o post completo.

Já que o meu mundo está diretamente atrelado a outra rede, o Linkedin e hoje em dia bem menos nas outras, como contei nesse post sobre o Instagram, resolvi refletir um pouco sobre “O Jogo do Linkedin”, mesmo sabendo que passo longos períodos de ausência na rede por falta de tempo e não sou exemplo ou pretendo ser referência para ninguém, ok?

Enxergando as redes sociais como Jogos

Parto de 2 pontos, do próprio autor:

1-Todos nós estamos jogando um ótimo jogo online . O quão bem jogamos determina as recompensas que obtemos, online e offline.

2-O Grande Jogo Online é jogado simultaneamente por bilhões de pessoas, online, como elas mesmas, com consequências no mundo real. Seu bem-estar financeiro e psicológico está em jogo, mas a desvantagem é limitada. A vantagem, por outro lado, é infinita.

Ou seja, jogar o Jogo Online, participar, ser ativo, estar sempre sendo visto nos “palcos sociais” é algo que pode trazer inúmeros benefícios. Como falo pra alguns colegas que estão querendo um emprego ou mudar de emprego: “Por que você está escondido? Como vão te descobrir? Suba no palco, se acostume, crie, escreva algo!”.

Eu, pessoalmente, muito me beneficiei desses Jogos Online, por mais que não me considere um Blogueiro ou algo parecido. O Customer Success Lab vendeu e vende bastante curso via posts de Instagram, via posts de Linkedin, afinal nós resolvemos gastar tempo nesse jogo e receber um retorno sobre ele.

E mais: jogar bem o jogo de uma rede social como Linkedin te faz ser convidado para palestras, workshops, lives, webinars, e consequentemente você estará se beneficiando por ter jogado esses jogos, caso queira divulgar ou vender um Produto ou Serviço através de um conteúdo de valor.

“O Grande Jogo Online é grátis para jogar e começa simplesmente quando você percebe que você está jogando um jogo”

Uma das mais brilhantes frases que já li, sintetizando isso tudo (tradução livre):

Quem são os jogadores do Linkedin e quais suas características?

O Linkedin é uma rede social de negócios lançada há 18 anos atrás pelo grande Reid Hoffmann. (já poderia tirar a licença de motorista se fosse humana).

Na minha sincera opinião, o Linkedin tem alguns tipos de jogadores:

  • A pessoa recrutadora
  • A pessoa líder estratégica
  • A pessoa profissional dos palcos
  • A pessoa querendo emprego
  • A pessoa que quer educar, mesmo com segundas intenções

Vamos visitar cada um deles? Reflita também qual você mais se assemelha, hoje:

  • A pessoa recrutadora

Muitas vezes representados por times de RH, Pessoas, Talentos, existem milhares de pessoas que possuem o objetivo e a meta de melhor e em menos tempo recrutar pessoas para uma determinada empresa. Essa pessoa é craque nas pesquisas, muitas vezes usa o plano pago do Linkedin e muitas vezes sabe usar as funcionalidades melhor do que os outros. Imagino que antes do Linkedin a dificuldade para recrutamento eram muito maiores, como se tivéssemos um mundo limitado e que hoje é praticamente ilimitado.

  • A pessoa líder estratégica

Líderes, CEOs, Founders e afins são pessoas que também normalmente precisam recrutar ou ajudar a recrutar. Portanto, líderes são constantemente vistos pela rede, compartilhando vagas, pedindo indicações e tantos outros pontos.

  • A pessoa querendo emprego

Como diria Gonzaguinha: “Eu acredito é na rapazeada!”. Muitas pessoas estão lá, deixando bem claro que estão abertas ao mercado, e isso faz parte do Linkedin! Gosto muito das pessoas que saem da zona de conforto e começam também a escrever e criar conteúdo relevante, sobre histórias pessoais ou percepções. Acredito que essas pessoas saem na frente das que também estão querendo emprego mas somente “estão cadastradas no Linkedin” por exemplo.

  • A pessoa profissional dos palcos do Linkedin

Essa pessoa vai mais para um lado de “Produtora de Conteúdo”. Está nos palcos do Linkedin e sabe diferenciar “Publicações” de “Artigos”. Sabe como fazê-lo, sabe quando deve gerar mais comentários e likes, e portanto visualizações. Se tornou ao longo dos anos uma pessoa que tira tempo para fazer melhores posts, e eventualmente tentando vender algo ou alguma ideia. O problema é quando essa pessoa só se torna “vendedora”, quando para de gerar valor às conexões, meramente para vender, vender e vender, como se tivesse jogando um Jogo “Finito” (assim que eu lançar meu curso; assim que a Live passar; assim que aquele evento acabar, eu paro de gerar conteúdo).

“Não dá para confiar num Palestrante de Sucesso que sai de uma palestra sobre “Como ganhar dinheiro” num Corsa ano 98”. (frase do mestre Rafael Rez)

  • A pessoa que quer educar, mesmo com segundas intenções

Esse tipo de pessoa é muito especial. Se eu resolver continuar jogando o Jogo do Linkedin, quão mais próximo estiver disso, estou feliz. É a pessoa que escreve pro Linkedin como se estivesse escrevendo pílulas de sabedoria ou de conhecimento; tem coração de estudante pois acaba também deixando a bola quicando para receber diferentes opiniões acerca de um tema; ou escrevendo um artigo maior sobre algum assunto mais aprofundado. Talvez essa pessoa compartilhe algum link vendendo algo algum dia? Sim, mas isso fica mais aceitável de acordo com o valor que foi gerado nos outros posts do público que resolveu atingir.

*E claro, existe o tipo de pessoa que não gasta tempo jogando o Jogo do Linkedin, seja porque não gosta, não curte ou pois está ocupada e tem outras prioridades – e tudo bem também. 🙂

Escolhendo jogar Jogos Infinitos no Linkedin: a escolha de ouro

Aprofundando na ideia que citei no tópico anterior, e resumindo as ideias de James Carse (1986) em “Jogos Finitos e Infinitos: Uma Visão da Vida como Jogo e Possibilidade”:

  • Jogos Finitos: Busca o poder; é teatral; necessita de um público; joga para ganhar. (ex: Lançar meu curso)
  • Jogos Infinitos: Qualquer interação autêntica e genuína; às vezes muda as regras; envolve os participantes; joga para participar e permanecer no jogo. (ex: Educar o mercado)

Os Jogos Infinitos, portanto, são os mais valiosos. E entender e saber em qual jogo você está, radicalmente muda os tipos de decisões que você toma.

Gere valor “Infinito” às suas conexões do Linkedin e gaste tempo com isso – e o tempo vai se responsabilizar por trazer os benefícios atrelados a isso, por exemplo:

  • A pessoa recrutadora, que joga Jogos Infinitos… Consegue chamar atenção para Cultura e aspectos de sua empresa, e atrair melhores pessoas candidatas;
  • A pessoa líder estratégica, que joga Jogos Infinitos… Consegue compartilhar rotina, ideias, ações da empresa e atrair melhores pessoas candidatas;
  • A pessoa querendo emprego, que joga Jogos Infinitos… Consegue chamar a atenção com conteúdos sobre aprendizados, que mostrem a vontade que tem para conseguir uma posição, e algo que possa fazer sentido para recrutadores em geral;
  • A pessoa profissional dos palcos, que joga Jogos Infinitos… Consegue deixar de lado “só vender” e passa a gerar valor e se tornar cada vez mais a pessoa que quer educar (abaixo);
  • A pessoa que quer educar, que joga Jogos Infinitos… Consegue educar as pessoas pois sente que essa é sua missão no Jogo do Linkedin. Sente a alegria de poder colaborar, e sabe que esses aprendizados podem refletir à longo prazo no seu conhecimento e das suas conexões.

Recomendo bastante o Talk de Simon Sinek sobre “Jogos Infinitos de Liderança”, que traduz bem essas ideias de forma atualizada e até mais bacana. Basta clicar aqui (10min30).

Meus 2 pedidos finais

Independente em qual tipo de jogador do Linkedin você se encaixa, independente de seus objetivos (ou se você não tem objetivo algum na rede), quis incluir 2 pedidos finais em coisas que percebo junto com algumas pessoas queridas que minha carreira teve a bondade de me apresentar:

1-Respeite o tempo de seu mentor/expert

Muitas pessoas vêem o Linkedin como uma oportunidade de se aprofundar em diferentes modelos de negócio, na premissa de: “Essa pessoa parece ser referência. Ela certamente vai me ajudar com meu desafio atual”.

Lembre que esses mentores/experts não tem obrigação e necessariamente sempre terão tempo de te ajudar, por exemplo, topando fazer uma reunião com você na mesma semana – por mais que seja algo frustrante. Essas pessoas também tem metas, são cobradas e não necessariamente tem uma agenda aberta para conexões e networking, por exemplo. E juro que não é maldade.

Para melhor jogar o Jogo do Linkedin, recomendo um artigo que publiquei de coração há algum tempo:

2-Não tenha medo de produzir conteúdo, comece!

Eu gostaria muito de ler o que você tem para compartilhar. Seja você um founder de sucesso, ou uma pessoa que está procurando emprego em início de carreira. Coragem, escreva, compartilhe, eduque suas conexões e vá pegando o gosto por isso. Não se esconda por ter medo de escrever!

Se você está lendo isso, desafio você para fazer alguma Publicação ou Artigo e me enviar aqui – vou certamente amar ler e comentar 🙂

“Acho que clareza ao escrever indica clareza de pensamento.” – Matt Mullenweg

Dicas de leitura aqui do Blog:

Acabo este post com Elis, afinal a mensagem é: “Nem sempre ganhando / Nem sempre perdendo / Mas… / Aprendendo a Jogar!”.

Que os Jogos do Linkedin possam te ajudar na vida, na carreira a ser uma pessoa mais feliz a partir das conquistas e do crescimento que você poderá obter.

Até a próxima!

Disciplina é liberdade

Foto: Kelly Slater back in the days. 30 anos competindo em alto nível no WCT, exemplo de disciplina e constância.

Esses dias postei sobre uma frase que colocaria em um outdoor.

Escolhi “Disciplina é liberdade”, atribuída a Jocko Willik neste livro.

Então resolvi me aprofundar mais nessa máxima, que pra mim centraliza inúmeros pontos dentro da nossa vida.

Pegando exemplos práticos, é como se fosse uma fórmula exata:

  • Se sou disciplinado na minha carreira, logo terei liberdade financeira
  • Se sou disciplinado como aluno, logo vou aprender mais rápido que os outros
  • Se sou disciplinado com exercícios, logo gozarei de saúde pra dar e vender
  • Se sou disciplinado com alimentação, logo viverei melhor
  • Se sou disciplinado com horários, logo consigo organizar meu dia, minha semana, minha vida

Disciplina para as coisas certas é igual a liberdade. A maturidade na vida nos mostra o que são essas “coisas certas”. Um misto de bom senso + nossa consciência, como se a maturidade trouxesse à tona aquele famoso “Grilo Falante” do Pinóquio. Quando a maturidade chega, nós sabemos exatamente em quais momentos estamos deixando a disciplina de lado, por exemplo.

Claro que a indisciplina às vezes faz parte da vida: comer aquele Mc Donalds; ir dormir um pouco mais tarde para ver aquele seriado bacana; ou até faltar a academia ou não correr durante uma semana – mas quando isso se torna regra e não exceção, teríamos um efeito reverso. Algo como:

“Indisciplina é sua própria prisão”

Com a indisciplina como regra, invariavelmente paramos de crescer na carreira; paramos de aprender; temos menos disposição a ouvir e nos adaptarmos; nossa saúde é prejudicada, e tantos outras consequências. Inclusive, as gerações mais novas, incluindo a minha, tendem a confundir felicidade com facilidade. A vida realmente não é fácil, mesmo que essa impressão exista pois temos o mundo na palma das nossas mãos.

Naval, sobre o quesito saúde deixa clara a importância disso: “Acho que malhar todos os dias me deixou mais feliz. Se você tem paz de corpo, é mais fácil ter paz de espírito.” e completa: “Minha antiga definição era “liberdade para”. Liberdade para fazer o que eu quiser. Liberdade para fazer o que eu quiser, quando eu quiser. Agora, a liberdade que procuro é a liberdade interna. É “liberdade de.” Livre de reação. Liberdade de sentir raiva. Liberdade de estar triste. Liberdade de ser forçado a fazer coisas.”

Concluindo, as pessoas que mais respeito em diversos dos quesitos aqui citados: saúde, alimentação, vida e carreira, família e afins, ou são disciplinadas ou por um longo período da vida foram disciplinadas para conquistarem a liberdade almejada.

Percebo que as renúncias e sacrifícios que compõe essa disciplina em questão não são tão compartilhados por aí quanto os momentos de lazer, dando a impressão que é mais fácil que parece, mas não é.

Caso você esteja lendo isso e não tem uma vida fácil com atalhos e afins, sugiro pegar carona nessa ideia também, independente do que você faça – e pode deixar que o tempo vai se encarregar de te dar o retorno esperado.

Até a próxima!