Numa das newsletters do Lucas Abreu (Aura), li:
“Às vezes, o que se torna crítico para um produto nasce de uma combinação improvável de experiências e acontecimentos“
Acho que aí entra uma questão interessante do valor humano que acho que nunca vai morrer. Para que eu, Lui, tome uma decisão no dia a dia não levo em consideração só dados e insights que uma IA poderia trazer, mas sim um contexto maior sobre N aspectos, até comportamentais, relacionados aquele ponto.
Prova disso é que apesar de sermos uma empresa AI-Based hoje em dia, passo 2h em FUP semanal com meu líder (founder) e mais 45min de FUP com cada liderado (coordenações) para tocar o bumbo, pensar juntos, etc. e isso é difícil substituir.
O livro que melhor traduz isso é “Vamos Comprar um Poeta“, melhores frases aqui: https://lui-blog.com/livros/vamos-comprar-um-poeta-afonso-cruz-frases-de-livros/ – pois ele enxerga a utilidade na aparente inutilidade, e quanto podemos entender essa clareza.
Não fosse assim, empresas de alto crescimento iam ser 100% remotas e cada um no seu quadrado sem tanta convergência quanto vemos nos encontros humanos.
Mas é claro, em 2026-27 e pra frente, o humano que não usar a seu favor justamente esse senso que o diferencia – fica pra trás, especialmente líderes ou pessoas com salário diferenciado na empresa.
Até! 🏔

Deixe um comentário