“Em sua essência, a poesia é algo horrível: nasce de nós uma coisa que não sabíamos que está dentro de nós,
e piscamos os olhos como se atrás de nós tivesse saltado um tigre, e tivesse parado na luz, batendo a cauda sobre os quadris”
Czelaw Milosz
“Em sua essência, a poesia é algo horrível: nasce de nós uma coisa que não sabíamos que está dentro de nós,
e piscamos os olhos como se atrás de nós tivesse saltado um tigre, e tivesse parado na luz, batendo a cauda sobre os quadris”
Czelaw Milosz
Este livro é essencial para quem quer realmente aprender sobre o mercado de Private Equity e Venture Capital. Devia ser uma premissa para todos os empreendedores e founders que desejam captar investimento.
Interessantíssimo conhecer um pouco mais da história de investimentos ilíquidos no Brasil e como estamos apenas no começo de uma história de longo prazo.
Vamos às melhores frases:
Um ótimo livro sobre criação de Categoria dentro de uma Startup!
Por coincidência, é um case de Kennada, do Gainsight, plataforma de Customer Success, então foi um livro com duplo aprendizado para mim. Ótimos insights para empresas que querem se diferenciar e para startups que estão iniciando nova categoria no mercado.
As melhores frases que pontuei:
Vi uma imagem de capa de algum Startupeiro no Linkedin e salvei:
Acho que é uma das melhores definições sobre o tema.
“As coisas que construímos […]”: Estruturação de setores, construção de softwares, evangelização de mercado…
“[…] acabam nos construindo”: Mudam a sociedade e a forma com que vemos o mundo para melhor.
Reflexão final: tenho orgulho de trabalhar em tecnologia, startups e não trocaria minha carreira por nenhuma outra.
Happy friday!
Às vezes redescubro Ziraldo.
Uma das cenas de um grande filme da minha infância, “O Menino Maluquinho” – devo ter visto mais de 50 vezes (tinha o VHS), narra:
“Ah… que grande mistério o jeito que o menino tem de brincar com o tempo.
Sempre sobra tempo pra tudo!
Tempo? Que amigão! Seu ponteirinho das horas, vai ver é um ponteirão!
O tempo pra ele faz horas, horas a mais!”
Estava refletindo profundamente sobre isso.
-Na infância o tempo “se estica”, se adapta à criança para junto brincar. Tudo é brincadeira! E brincadeira não tem hora. Esse existir e essa presença relâmpago são minutos que viram horas…
-Quando nos tornamos adultos, o tempo nos deixa para trás! Ou será que nós que o deixamos? Abarrotados por compromissos, tarefas, deadlines… O tempo “aprisiona” o adulto, como cantava Nana Caymmi.
Percebi que a única forma de novamente vivermos esse tempo “amigão”, o tempo que se estica, é nos deixarmos levar pelas brincadeiras das crianças – esquecendo a seriedade que a vida nos exige, e “conduzir meu coração, onde os ventos vão” como cantava o Boca Livre.
Quem sabe este afinal seja o Kayros, tempo oportuno, na prática: não ligar para o tempo.
E nos dá o ponto final, Rubem Alves: “As crianças estão sempre a nascer para a eterna novidade do mundo”.
Até!